Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas.
Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores,
são lúcidos ao início do sol.
Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços
a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana.
Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move,
entre mim e ti, e a claridade.
____________mariagomes
4 comentários:
Tempestades internas?!
Boa noite amiga.
pela mira do fotografo, sim...
e ao que parece(?) pelo país há internas e externas!
1 beijo amigo
que bela fotografia!
Márcia,
a meu ver aqui o trabalho do fotógrafo foi completo. do instante à revelação, perfeito.
mariagomes
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