terça-feira, fevereiro 07, 2012




Regresso à nudez das águas, aos barcos acesos,
percorro na noite da vigília das árvores,
o gosto pelo tumulto piramidal da sede...
Regresso às miragens, ao fulgor da ferida.

Eu canto o amor,
eu canto a lua nascida de um salto mortal.


____________mariagomes
7,fev, 2012

1 comentário:

BAR DO BARDO disse...

Domínio das palavras e das imagens...

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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