
Rua Ferreira Borges, Coimbra, 21 de Julho de 2005 @mariagomes
"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59







Ave solitária voando sobre o mar
arrancando o corpo às tempestades.
Vieste do tempo
em que tudo nasce e tudo morre.
Assistes a esta nossa vida
longe da terra combalida.
Nenhuma nostalgia
matará as palavras
com que fazes os versos.

(21-IV-2001)
(In Revista Mealibra, nº 9, Viana do Castelo, Dezembro, 2001, pg. 167.)
* o meu beijinho de agradecimento à Maria do Sameiro, por este poema oferecido à romã de vidro.



"Avó, desliga o vento."







em Escritas












Já alguma vez ficaste apanhadinho por uma personagem de ficção?
Não propriamente por uma personagem… É comum ficar apanhadinha pelo todo de um romance, ficar lá dentro, sem me apetecer sair!
Qual foi o último livro que compraste?
Estou a ler “ O Perfume” de Patrick Suskind e “ Cadernos de Poesia” Reprodução Fac-similada dirigida por Luís Adriano Carlos e Joana Matos Frias.
È sempre assim, paralelamente ao romance, um livro de Poesia.
Que livros(5) levarias para uma ilha deserta?
Não sei quantos levaria, muitos… mas de certeza que “ O ensaio sobre a cegueira” de José Saramago e " O Livro do Desassossego” de Bernardo Soares iriam debaixo do braço…
A quem vais passar este testemunho (3 pessoas) e porquê?
Já muitos fizeram este questionário, com toda a certeza! Num relance passo a estes amigos, porque os leio com prazer : à Maria Azenha do blog “ Pátria d' Água” ao Torquato da Luz do blog Ofício Diário, e à Alma do Beco um blog de bons poetas irmãos de além-mar.







"A linguagem é uma chaleira rachada que batemos para fazer os ursos dançarem. Quando o que queríamos mesmo era mexer com a clemência das estrelas. "
Gustave Flaubert (França,1821-1880).
