"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
terça-feira, junho 28, 2011
"Sê como a árvore do sândalo, que perfuma até o machado que a corta"
____Rabindranath Tagore
quarta-feira, junho 15, 2011
sexta-feira, junho 03, 2011
existes na solar caligrafia dos pássaros,
na manhã que surge do apelo dos lugares mortais;
grito, prodígio, esplendor,
parto, ou sombra,
nua travessia onde o corpo é um cristal de fogo,
inenarrável,
...e fluis pela luz!...
nasces para o azul que, em mim, ficou escrito.
mariagomes
3 junho de 2011
sexta-feira, abril 15, 2011
domingo, fevereiro 13, 2011
Depois a pátria, o que ainda cultivamos,
o que se prende
e nos impele ao espanto...
Tudo isso, meu amor, é o nosso rosto,
nossos olhos invernais,
nossas veias desventradas como estátuas.
mariagomes
fev/ 2011
Haverá uma mariposa em teus lábios,
e o canto será longo como a cabeleira das casuarinas.
Na madrugada lisa de teu corpo arado
irás por um caminho de água
buscar o sol do outro lado!
mariagomes
fev, 2011
terça-feira, fevereiro 01, 2011
quando vejo o mar há uma várzea que secretamente se descobre
que dança e morre nesta luz
traço ou nuvem trigo ou lua
doce e triste
quando vejo o mar há uma música como um vale de silêncio
e lágrimas.
mariagomes
janeiro 2010
quarta-feira, janeiro 26, 2011
mariagomes
26/ 01/ 2010
segunda-feira, janeiro 24, 2011
sábado, janeiro 22, 2011
(...) A mente é o homem, e o conhecimento é a mente; um homem é apenas aquilo que ele sabe. (...)
___ Francis Bacon,
n. Londres a 22 de Janeiro de 1561, f. Londres a 9 de Abril de 1626
in O Elogio do Conhecimento
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Podes levar meus olhos iluminados de lágrimas.
Transporta, por favor o amor aos rios e aos búzios, à solidão,
à sede construída.
Dá um beijo a minha mãe.
Diz-lhe que estou mais perto da luz, da noite,
mais perto de uma flor com o coração
em sangue,
sobre os flancos chorando.
Podes levar meus olhos iluminados de lágrimas,
eu atingi a dor dos poentes.
mariagomes
janeiro/2011
sexta-feira, novembro 26, 2010
segunda-feira, novembro 15, 2010
Secreto é o dialecto das enseadas
seu som circundante
e as luas, e este amor ao sol e às areias nuas,
secreta é a pátria que segue ajoelhada
e as mãos que trazes no rosto
oh meu irmão
secreto é o perfume da água!
mariagomes
22 set,2010
domingo, agosto 22, 2010
domingo, julho 11, 2010
Paul Claudel
(n. Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois 1868; m. Paris 1955)
sábado, maio 15, 2010
quarta-feira, maio 05, 2010
"As artes são o mais seguro meio de se esconder do mundo e são também o meio mais seguro de se unir a ele."
Franz Liszt
(n. Raiding 1811; m. Bayreuth 1886)
terça-feira, abril 27, 2010
ouvindo o verbo
Cravai, amigos,
abismos de espuma no meu peito,
numa embriaguez sem remédio.
Ide ao eco das algas,
ao labirinto dos ventos,
a janelas árduas, e
serenamente, afagai as trevas,
os sonhos leves,
vulcânicos,
porque me perdi, ouvindo
o verbo que atravessa a morte como um anjo vívido.
mariagomes
Abril, 2010
quinta-feira, abril 22, 2010
"Esta canção foi originalmente composta como um hino religioso por Enoch Sontonga, professor da missão metodista em Johannesburg, de etnia xhosa, em 1897. Em 1927 versos foram adicionados por Samuel E. Mqhayi, de etnia sesoto. Vista como um hino da luta contra o regime de segregação racial (apartheid), chegou a ser proibido sua execuçãopública por "exacerbar o nacionalismo bantu" indo contra a política oficial de desunir as tribos para dominá-las. Propositadamente cantada de modo tradicional e nas três línguas mais faladas pelos sul-africanos negros, se tornou a música símbolo da luta contra o racismo africano. É hoje parte do hino nacional da África do Sul e desde 1925 é hino do Congresso Nacional Africano."
Arquivo do blogue
Acerca de mim
- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
Links
- A arquitectura das palavras
- a luz do voo
- A Palavra e o Canto
- A Teia de Aranha
- aguarelas de Turner
- ALI_SE
- Amazonic Haijin
- amoralva
- Angola, Debates & Ideias
- Ao Longe os Barcos de Flores
- ArteLetras
- Assimetria Do Perfeito
- Associação José Afonso
- Bar do Bardo
- canto.chão
- Casa Museu João de Deus
- Casulo Temporário
- Coisas do Chico
- Coisas para fazer com palavras
- Colóquio Letras
- Contra a Indiferença
- Daniel Faria
- dias felizes
- Diário Poético
- Do Inatingível e outros Cosmos
- emedemar
- Escrevinhamentos
- Estrela da Madrugada
- Eu,X.Z.
- Extensa Madrugada, Mãos Vazias
- Fundação Eugénio de Andrade
- Harmonia do Mundo
- InfinitoMutante
- Inscrições
- Inscrições
- Jornal de Poesia
- José Afonso
- josé saramago
- Linha de Cabotagem III
- Local & Blogal
- Luiz Carlos de Carvalho
- meia-noite todo dia
- Nas horas e horas meias
- nas margens da poesia
- naturezaviva
- No Centro do Arco
- O Arco E A Lira
- O mar atinge-nos
- O pó da Escrita
- Odisseus
- Ofício Diário
- Ombembwa Angola
- ParadoXos
- Poema Dia
- POEMARGENS
- Poesia de Vieira Calado
- Poesia Dos Dias úteis
- Poesia Sim
- Poeta Salutor
- Poetas del Mundo
- Revista Agulha
- Rolando Revagliatti
- Rosangela_Aliberti
- Sambaquis
- Stalingrado III
- Sulmoura
- TriploV
- tábua de marés
- Umbigo do Sonho
- Vá andando
- Xavier Zarco


