"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
domingo, setembro 09, 2012
Apressa-te, tenho a primavera nos lábios!
Dispersa no meu coração açucenas
sem o limbo da gélida luz das paisagens.
_____mariagomes
Cª, 8 de Set, de 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
9/09/2012 11:38:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, agosto 13, 2012
São os lírios os olhos das paisagens,
a galopante ternura,
o que descende de ti...
deténs o esquecimento das marés,
a lembrança da música,
o céu em brasa...
outra vez a noite e o seu mistério.
________mariagomes
13, Agosto, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
8/13/2012 01:49:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Adeus noite limpa,
levo os pássaros porque a terra é virgem,
e o fogo multiplica-se nas minhas mãos espoliadas.
Adeus irmão exilado à mesa da memória...
O sangue é farto, o ar ignóbil,
a minha voz, a erosão infinita.
____________mariagomes
Publicada por
mariagomes
à(s)
8/13/2012 09:30:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, agosto 04, 2012
Vou ouvir o meu coração bater pela harpa abandonada.
Segui-lo-ei, cegamente, como quem segue a canção de um rio,
seu oiro perdido,
imenso...
Vou entretecer meus dedos na palavra fogo, na palavra água,
vou tocar teu rosto pleno
nesta intempérie!
________________mariagomes
agosto, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
8/04/2012 10:33:00 da tarde
2 comentários:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, julho 23, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
7/23/2012 11:36:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, julho 21, 2012
Sob este céu viajo, porque há um tempo ainda nosso
estrangulando a dor, os beijos e as lágrimas_
ara de vento, lua nascida ao silêncio, à limpidez do amor
e da morte,
como um eco anterior à ternura.
________mariagomes
21 Julho de2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
7/21/2012 01:53:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
domingo, julho 01, 2012
há o mar para lavar a voz, meu amor,
o poema, o pasto da emigração,
a linguagem que canta ao lume...
e a imagem que amadurece nos corpos da insurreição.
há o mar, sempre o mar, que canta e cega
e nos entrega à infância, à manhã longínqua.
_______________mariagomes
julh, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
7/01/2012 07:01:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
domingo, junho 24, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/24/2012 01:42:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/24/2012 01:39:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
consumada a noite, meus olhos não possuem mais
a luz de teus olhos,
nem uma palavra marítima!
o que dói é o irreal dos astros,
o que foi nosso alucinadamente...
a certeza de que sonhámos com o trilho do mel,
com o veludo das aves, com a ondulação limpa.
___________mariagomes
jun, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/24/2012 01:31:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
a noite cai como um sonho;
a noite é uma alva canção que se desenha,
uma pupila implantando o mar.
a noite é a musicalidade do amor, a transparência exacta,
a tua mão, a minha mão, o teu corpo, o meu olhar.
__________mariagomes
junho, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/24/2012 01:25:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
não consigo libertar-me do teu corpo; nos teus olhos
cintila a paz dos navios eternos;
em ti eu sou a luz a utopia
a inebriar a noite solar,
em teu rumor afago a rebeldia das canções
que febrilmente existem
como o mar existe
e a ternura existe.
_________mariagomes
Maio, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/24/2012 01:21:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Silencio e canto a beatitude do teu corpo,
na liquidez das formas,
para que a paisagem se desnude
num elemento puro, em sua secreta aura.
A flor nascida, a onda, a vida, o vento, o espanto,
silencio e canto.
________mariagomes
13,Maio, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/24/2012 01:17:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
sábado, junho 23, 2012
não são as aves que eu procuro
é a eternidade
entre os rios e as tuas mãos
e as palavras imaginadas no coração dos deuses.
_______________mariagomes
Publicada por
mariagomes
à(s)
6/23/2012 05:46:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quinta-feira, março 22, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
3/22/2012 10:01:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, fevereiro 08, 2012
Semeio a brisa, o tempo,
ao crepúsculo, lírios,
minha mãe,
que vivem no precipício que não finda.
Semeio o que vive e o que não vive.
Sou livre inundando a candura da voz,
do punho,
da terra do sangue, e da neve.
Sou livre, numa inquietação, amando a neve,
e os homens, meus irmãos, que partilham o sonho, o vento
e o trigo.
Sou livre, minha mãe!...
Publicada por
mariagomes
à(s)
2/08/2012 06:03:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
terça-feira, fevereiro 07, 2012
Regresso à nudez das águas, aos barcos acesos,
percorro na noite da vigília das árvores,
o gosto pelo tumulto piramidal da sede...
Regresso às miragens, ao fulgor da ferida.
Eu canto o amor,
eu canto a lua nascida de um salto mortal.
____________mariagomes
7,fev, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
2/07/2012 02:27:00 da tarde
1 comentário:
Hiperligações para esta mensagem
segunda-feira, fevereiro 06, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
2/06/2012 09:35:00 da tarde
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
quarta-feira, fevereiro 01, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
2/01/2012 07:27:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
É a hora do sol, é
a hora do silêncio que plantará a memória.
A tua mão ainda diz o amor, ainda se fortifica, sem
limite, nas trevas,
ainda respira nas muralhas invisíveis.
As pálpebras detêm-se, sem que tu o queiras.
O mar é aqui uma constelação única, cunhada pela noite, pela
infância.
O mar é a noite, e é a infância.
E é também um muro, uma pena, um pássaro.
____mariagomes
30, janeiro, 2012
Publicada por
mariagomes
à(s)
2/01/2012 07:27:00 da manhã
Sem comentários:
Hiperligações para esta mensagem
Subscrever:
Mensagens (Atom)
Arquivo do blogue
Acerca de mim
- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
Links
- A arquitectura das palavras
- a luz do voo
- A Palavra e o Canto
- A Teia de Aranha
- aguarelas de Turner
- ALI_SE
- Amazonic Haijin
- amoralva
- Angola, Debates & Ideias
- Ao Longe os Barcos de Flores
- ArteLetras
- Assimetria Do Perfeito
- Associação José Afonso
- Bar do Bardo
- canto.chão
- Casa Museu João de Deus
- Casulo Temporário
- Coisas do Chico
- Coisas para fazer com palavras
- Colóquio Letras
- Contra a Indiferença
- Daniel Faria
- dias felizes
- Diário Poético
- Do Inatingível e outros Cosmos
- emedemar
- Escrevinhamentos
- Estrela da Madrugada
- Eu,X.Z.
- Extensa Madrugada, Mãos Vazias
- Fundação Eugénio de Andrade
- Harmonia do Mundo
- InfinitoMutante
- Inscrições
- Inscrições
- Jornal de Poesia
- José Afonso
- josé saramago
- Linha de Cabotagem III
- Local & Blogal
- Luiz Carlos de Carvalho
- meia-noite todo dia
- Nas horas e horas meias
- nas margens da poesia
- naturezaviva
- No Centro do Arco
- O Arco E A Lira
- O mar atinge-nos
- O pó da Escrita
- Odisseus
- Ofício Diário
- Ombembwa Angola
- ParadoXos
- Poema Dia
- POEMARGENS
- Poesia de Vieira Calado
- Poesia Dos Dias úteis
- Poesia Sim
- Poeta Salutor
- Poetas del Mundo
- Revista Agulha
- Rolando Revagliatti
- Rosangela_Aliberti
- Sambaquis
- Stalingrado III
- Sulmoura
- TriploV
- tábua de marés
- Umbigo do Sonho
- Vá andando
- Xavier Zarco



