"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
quinta-feira, julho 28, 2011
terça-feira, junho 28, 2011
quarta-feira, junho 15, 2011
sexta-feira, junho 03, 2011
sexta-feira, abril 15, 2011
domingo, fevereiro 13, 2011
terça-feira, fevereiro 01, 2011
quarta-feira, janeiro 26, 2011
segunda-feira, janeiro 24, 2011
sábado, janeiro 22, 2011
quinta-feira, janeiro 20, 2011
Podes levar meus olhos iluminados de lágrimas.
Transporta, por favor o amor aos rios e aos búzios, à solidão,
à sede construída.
Dá um beijo a minha mãe.
Diz-lhe que estou mais perto da luz, da noite,
mais perto de uma flor com o coração
em sangue,
sobre os flancos chorando.
Podes levar meus olhos iluminados de lágrimas,
eu atingi a dor dos poentes.
mariagomes
janeiro/2011
sexta-feira, novembro 26, 2010
segunda-feira, novembro 15, 2010
domingo, agosto 22, 2010
domingo, julho 11, 2010
'Não impeças a música. Que música? Antes de mais, a deste concerto que é a vida humana, onde temos obrigatoriamente de ocupar o nosso lugar, pequeno ou grande. Não somos cigarras que gritam perdidamente nos ramos de pinheiro em longo dia de Verão. Devemos estar atentos ao que se passa à nossa volta: uma boa parte do nosso destino depende da sensibilidade do nosso ouvido, da qualidade da nossa inteligência e do virtuosismo dos nossos reflexos.'
Paul Claudel
(n. Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois 1868; m. Paris 1955)
Paul Claudel
(n. Villeneuve-sur-Fère-en-Tardenois 1868; m. Paris 1955)
sábado, maio 15, 2010
quarta-feira, maio 05, 2010
terça-feira, abril 27, 2010
ouvindo o verbo
Cravai, amigos,
abismos de espuma no meu peito,
numa embriaguez sem remédio.
Ide ao eco das algas,
ao labirinto dos ventos,
a janelas árduas, e
serenamente, afagai as trevas,
os sonhos leves,
vulcânicos,
porque me perdi, ouvindo
o verbo que atravessa a morte como um anjo vívido.
mariagomes
Abril, 2010
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- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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