quinta-feira, maio 03, 2007


é com o rumor das águas que falo dos deuses
dos desertos ímpios, saídos
dos cerúleos campos que cantavam, ilesos.
eu falo com a inocuidade dos dedos, como se houvesse um hino
ou caminho contínuo.

mariagomes
maio.2007

1 comentário:

adelaide amorim disse...

Maria, vim visitar tua casa virtual, ler com mais calma os poemas que a habitam. A hora de ver as mensagens de e-mail é sempre perturbada pela exigüidade do tempo, pelas solicitações externas. Aqui (e agora, ainda antes do almoço), respiro com mais vagar a poesia. Um grande abraço e parabéns por todo seu trabalho. Até quando em Angola?

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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