
está no interior a musicalidade do aroma,
é no interior que as coisas afloram.
não me perguntes quais.
são pequenas e tantas coisas
que roçam a pele, olham nos olhos,
e tiram uma fotografia, quase eterna;
a preto e branco eu morro,
afogada à luz de floreiras.
mariagomes
coimbra, 19 de maio.2003
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