domingo, fevereiro 13, 2011


Depois a pátria, o que ainda cultivamos,
o que se prende
e nos impele ao espanto...

Tudo isso, meu amor, é o nosso rosto,
nossos olhos invernais,
nossas veias desventradas como estátuas.



mariagomes
fev/ 2011

1 comentário:

Maria Costa disse...

Lindo, Maria.

Obrigada.

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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