terça-feira, junho 28, 2011





"Sê como a árvore do sândalo, que perfuma até o machado que a corta"

____Rabindranath Tagore

1 comentário:

fernanda s. monteiro disse...

"Este" Tagore, Maria, que nunca consigo que fique fechado muito tempo na estante, tal como o "Cântico dos Cânticos".
Gosto muito de a visitar por aqui, tenho saudades dos blogues, o Face cansa...

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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