sexta-feira, setembro 23, 2011

quero o caminho das fronteiras livres,
numa crepitação única, o sítio das aves,
a alma, o regresso ao mar,
o branco da noite...
quero o que ainda respira, indistinto,
quero uma falésia em flor,
o céu como uma promessa de sangue,
e finalmente, mãe,
as tuas mãos que ascendem às campânulas do amor!

mariagomes
23, Setembro 2011

2 comentários:

fernanda s. monteiro disse...

Maria, como gostei ! Lindo dizer.

Aquele abraço de saudade ( e continue a publicar, aqui...gosto mais do que do face...)

mariagomes disse...

Obrigada Fernanda!.... vou começar a separar as águas, o face também já me cansa.

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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