quarta-feira, outubro 11, 2006


Olha, mãe, a luz do Outono. A estrela incomensurável.
Sobre ela corre a casa. Os corpos fluidos. E são tardios.
Nos meus olhos estão imagens.

Emerge friamente dos flancos dos meus dedos a cumplicidade dos rios.

mariagomes
10/11Out.2006

5 comentários:

carlos peres feio disse...

já tinha lido na Letras - gostei - um poema sensivel! bj c.

prozina disse...

belos os poemas aqui

Márcia disse...

Um beijo, amiga, tentando voltar.

Unicus disse...

sabe minha amiga?! - Quiçá os silêncios ou os não-comentários sejam o mais adequado. O que se diz do belo?!
Um abraço

hfm disse...

Conciso e tão belo!

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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