terça-feira, março 28, 2006

e se a poesia vier precipitará aquela velha ponte da infância
em propensão futura
em todo o corpo côncavo da boca
haverá primavera enquanto se deita o poema na flor imatura.

mariagomes
março.06



4 comentários:

J T Parreira disse...

Gostei de ler esta certeza «se o poesia vier precipitará aquela velha ponte da infância».
João

mariagomes disse...

grata pela atenção,

mariagomes

Amélia disse...

Olá, Maria.Gostei de ler este teu poema(gosto quase sempre de te ler,tu sabes).beijos e boa semana.

mariagomes disse...

Amélia,
o meu agradecimento sincero.

um beijo
maria

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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