segunda-feira, julho 24, 2006

doravante volvida nas puríssimas flores de pedra
ó derradeira pedra ponto em fuga ó criança intacta ao pé do mar
quem de ti me arrancou?

na tua face antevejo lágrimas
lá dentro lágrimas ceifando e a toada do sangue a fiar.

mariagomes
julh.06

2 comentários:

J T Parreira disse...

Maria Gomes, gosto dos seus textos.A sua poesia é uma conversação com um interlocutor.
Um abraço fraternal,
João

fernanda s.m. disse...

Belos textos e música calma...
Saudades suas ...
Abraço,
fernanda s.m.

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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