quinta-feira, maio 29, 2008



hei-de inverter
um trinado prisioneiro…

hei-de arrancar a brisa à celebração festiva,
e a morte…
a morte pousada no mais puro do vermelho.

mariagomes
29,maio,08

3 comentários:

João Rasteiro disse...

permanentemente irás "arrancar a brisa à celebração festiva", ou seja, o paladar gostoso da vida.
beijinho,
joão

poemarte disse...

um poema lindíssimo num blogue cada vez mais belo

a música perfeita

EXCELENTE

nota máxima ,minha AMIGA,


.
um beijo

Vieira Calado disse...

Vermelho violento, num poema de belas entoações.
Cumprimentos

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Acerca de mim

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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