quinta-feira, dezembro 11, 2008


oiço-te numa paisagem de bruma tombada na orgia dos rochedos.
subtil e breve, oiço-te na lua,
és o favo do meu porto recolhendo o barco de dezembro.

a morte existe, sim, marginal. nela envolvi o meu nome
anímico, morto de sede.


mariagomes
dez,2008




3 comentários:

Mïr disse...

Maria, belo.

Beijo.

vaandando disse...

Um encantamento _________________



Abraço


___________JRMARTO

BAR DO BARDO disse...

poucos são os autores que abrem mão de titularem suas conquistas enunciativas. parece que seus textos têm vida própria e não carecem dessas etiquetas.

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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