quinta-feira, fevereiro 26, 2009




falo à frágil onda que se desfaz na noite
ao tempo que amarelece talhado ao leite de minha mãe
há assim a pujança de estrelas
e areais serenos
no poema que apaguei.

mariagomes
fev.2009

6 comentários:

BAR DO BARDO disse...

só me resta o silêncio... de fã.

gabriela rocha martins disse...

re
fá.lo

exige.se

o
POEMA

claro
!


.
um beijo

ps .devo.te uma resposta a um email que todavia não carece .publica!
( o sabes o quê )


.
um beijo

L. Rafael Nolli disse...

Muito bonito. O poema que se perde, que é apagado - hoje em dia quase sempre deletado - muitas vezes se torna um fantasma me rondando sempre, querendo ser escrito novamente! Gostei!

Casulo Temporário disse...

Estive fora por algum tempo, dispersa em outras plagas não virtuais da vida ela mesma.
Mas aqui também é vida! E tanta, em sua poesia.
Obrigada, Maria.

ParadoXos disse...

a tua palavra - versificada - num poema de mãos dadas com uma extraordinária capacidade de Ser - poesia!


teu beijo!

lupussignatus disse...

as vagas

da

memória

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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