"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
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- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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5 comentários:
Pela primeira vez visito o seu blog, com toda a sinceridade gostei muito e principalmente deste poema. Escrevo também... tenho um livro de Poesia publicado. Poderá ficar a conhecer-me melhor no meu blog. Beijinhos e voltarei.
Gostei muito, Maria.
maria do céu,
já deu para sentir um gostinho da sua poesia, no seu blogue. Com mais tempo, com vagar lá irei, amiga.
obrigada,
beijinhos
maria
helena,
fico feliz por ter gostado, amiga.
:-)
maria
muito obrigada,JG.
um abraço da
maria
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