sábado, junho 18, 2005

o que eu te queria dizer


este dia prende-se a todas as formas líquidas.
e no céu verde,
sem me aperceber,
os dedos tremem para além do desejo
que consegue tocar as tulipas.
e a comunhão é como aquela vontade de guardar mãos infinitas.
era só isto o que eu te queria dizer.


mariagomes
18junho.2005

5 comentários:

maria azenha disse...

gostei deste poema,Maria.
tem lírios nos lábios e olhos de infinito.

um beijo,

r.e. disse...

só tanto? :) * J.

jorge disse...

belo.

manomulato disse...

Mana,
sinto-te viva. Das tuas palavras brotam lucidêz e paixão. Os quarentas não pesam aos poetas?
bj com aroma de acácias.

mariagomes disse...

Não sei... tenho visto de tudo, alguns são como o velho do vinho do Porto.
maria

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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