domingo, outubro 02, 2005

de um coágulo

não saias. vou contar-te uma história pequenina;
uma vez , alguém, apertava a intimidade.
trazia pela mão a noite,
como rendimento o coração determinado.

pai, uma vez, uma ilha oferecia a vida,
vastíssima têmpera de um coágulo.


marigomes
2.out.2005

1 comentário:

Ana Maria disse...

achei este teu poema pessoal em que personificas as letras em alguem que quer dizer alguma coisa a alguem.
dificil este teu poema. um desafio á inteligencia. é a arte. a maravilha das diferentes interpretações.
beijo

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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