sexta-feira, outubro 14, 2005

nada de novo

lamento, amigo, não trazer nada de novo.
nem a procura é intensa
nem o encontro de um nome nos diz seja o que for.
as mesas permanecem à espera dos retratos da família.

e os livros guardam toda a poesia.

mariagomes
27.março,2005

5 comentários:

irina disse...

A novedade é sempre alí... só que nois não a vemos como novidade... Como diz no seu otro post, tudo é mudansa, então cada segunda é novidade.
Muito linda a atmosfera no seu blog. Gosto da música...

Anónimo disse...

musica bonita...mas os versos ! gostei
carlos peres feio

addiragram disse...

O tempo de espera, um tempo de levedar...Até lá os poetas estão connosco. Uma Boa espera...

Mascheras disse...

nada de novo?

o nada é tudo
quando o tudo é novo
e o novo é poesia

um beijo

Zed Lima disse...

E os livros guardam toda a poesia,
e todas as histórias,
e todos os soluços,
e todos os lutos,
e algumas alegrias,
não minhas,
mas de quem me deixou
sozinho com meus livros.

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Acerca de mim

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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