terça-feira, outubro 12, 2004

numa lua


na exactidão das marés
Nos navios que fogem no teu nome
Iço a ferida da memória numa lua transparente
O fogo que não queima
Quando ausente
vem a flor do monte silvar a melodia.

mariagomes
out.2004

2 comentários:

LetrasAoAcaso disse...

As feridas da memória fundem-se sempre com as feridas da alma, que urge sarar.
Maria Gomes, lê-la minha amiga, é um privilégio que já não poderia dispensar.
Um beijo querida amiga.

mariagomes disse...

uma vez mais o meu agradecimento, gentil Amigo.



beijinhos da
mariagomes

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Acerca de mim

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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