sábado, novembro 06, 2004

os aromas de agosto


ia mais longe o sol quando as árvores eram profundas.
uma rosa cantava o esplendor da sombra aberta para o linho;
era largo o tempo das avenidas a fio.
agora, em que cidade te encontro?
que ruas abrem o teu sorriso ao rio?
que silêncios se quebram nos galhos, nas raízes, nas gargantas?
em quantas figuras se fixam os aromas de agosto,
em quantas cores, quantas...,? em tantas perguntas.

mariagomes
10ag2004

2 comentários:

amita disse...

Tenho passado, lido. Me perdoe se nunca comentei seus versos lindos de Luz. Um Bjinho

mariagomes disse...

obrigada, minha amiga,

um beijinho
mariagomes

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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