terça-feira, janeiro 11, 2005





(...)
Quem desconfia, lendo um poema, que a vida sangra, incomoda,
que o mundo não passa do peso acumulado do que imaginamos ser?


Floriano Martins

em " o diabo da carga"

(Fortaleza, 1957) poeta, editor, ensaísta e tradutor




2 comentários:

R/B Estação disse...

Gostei do teu blog.
Bj.

eduardo disse...

Bom dia, Maria Gomes.
Para além de conhecer um novo espaço, venho retribuir a visita e agradecer a presença.
Com os meus cumprimentos.

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Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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