Nem tudo o que escrevo é poesia. Nem sempre "voo fora das asas" (1), escrevo todos os dias para poder tocar as teclas ou ver no papel correr a caligrafia.
Mas o poema vem quase sempre de um papel.
Se reparo que, se há traços que são inimitáveis na minha caligrafia, reparo também que há dias em que ela se apresenta com ligeiras diferenças, mais fechada ou mais aberta. Julgo que será por essas diferenças que a poesia deve entrar.
mariagomes
2julho.2005
(1) Manoel de Barros
"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
sábado, julho 02, 2005
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- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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6 comentários:
Porque é a escrever que mostramos o nosso estado de alma... as (verdadeiras) palavras não mentem... são naturais e transparentes...
:)
grata pela tua visita, amigateatro.
beijinho
maria
grata pela tua visita, amigateatro.
gostei desse teu símbolo, as máscaras.
beijinho
maria
grata pela tua visita, amigateatro.
gostei desse teu símbolo, as máscaras.
beijinho
maria
isto duplicou, triplicou :-(
é preciso um olhar amplo e incisivo para percorrer espaço tão ínfimo. a poesia olha com a visão da águia e a argúcia do lince. e parece já te conhecer tão bem... Beijinho. J.
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