"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
domingo, fevereiro 20, 2005
o amor simples
vou escrever um nome antiquíssimo na lua convergente
na loucura fugaz em que tropeço.
deve ser o nome de deus que vem de dentro.
o amor simples que teço a equação de um cardo
que me abraça
pela areia lisa. um nome sem camisa.
que sangra extenso no que não acredito.
é mais do que o teu rosto. ou de que o meu próprio grito.
mariagomes
20fev.2005
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- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
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3 comentários:
Um amor simples num texto além do grito e da lua convergente; bem por dentro do que se espera seja um poema. Parabéns.
obrigada, gonçalo,
posteriormente à tua leitura fiz uma revisão ao texto... sabes que sou receptiva a todas as sugestões ou críticas, como lhe queiram chamar.
um abraço
mariagomes
um beijo de agradecimento, mariah,
maria
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