"Abre a romã, mostrando a rubicunda Cor,com que tu, rubi, teu preço perdes; (...........)" Luis Vaz de Camões, Os Lusíadas,IX,59
quarta-feira, fevereiro 02, 2005
oração
oh mãe das alturas!
carrega a dor indómita dos homens
numa face de silêncio num poema sem face para além
percorre as ruas o sal que sai da vida
e se retrai
onde se chora sem ninguém.
oh mãe benevolente!
oh mãe do ventre que vives da memória
ata as tuas mãos às nossas tranças
às horas mansas às fogueiras
que explodem como preces derradeiras!
mariagomes
2fev.2005
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)
Arquivo do blogue
-
▼
2005
(272)
-
▼
fevereiro
(33)
- Declaração de Amor*
- o tempo dos barcos
- Momento de poesia*
- Jean Paulhan"Tudo já foi dito. Sem dúvida. Se as p...
- manhãs feridas
- A Função Social da Poesia por T. S. Eliot ... part...
- Paz poeta e pombas
- Raúl David ( 1918/ 2005)
- entre palavras
- Edward Eastlin Cummings ( 1894-1962)"Se o poeta é ...
- prece válida
- o amor simples
- ... para um dia de reflexão...
- na melodia
- a certeza
- o mundo, Sofia
- "a arvore da vida indígena" Siegfried Kreutzberg "...
- Maria Rosa ColaçoEscrever é tentar perceber o desa...
- ainda me lembro
- "Fiz [esta carta] mais longa apenas porque me falt...
- à mercê do fogo
- a inflacção de Joaquim Pessoa
- nos meus versos
- o papel plausível
- a emoção ao criar
- palavras iguais
- Ternura de Vinicius de Moraes
- a neve caiu
- foi a lua
- A la puta que llevó mis poemas
- oração
- photo by Steve McCurry "Se há na terra um rei...
- Anna Akhmatova Último Brinde Bebo ao lar e...
-
▼
fevereiro
(33)
Acerca de mim

- mariagomes
- Podes entrar ; tenho as mãos para dizer o disperso canto das águas. Os meus olhos, alagados pelo grito das árvores, são lúcidos ao início do sol. Com o amor das coisas, rejubilo e lanço os braços a um rodopio doce e futuro, a uma tempestade humana. Tudo o que eu espero é sentir o elo da criação que se move, entre mim e ti, e a claridade. ____________mariagomes
Links
- A arquitectura das palavras
- a luz do voo
- A Palavra e o Canto
- A Teia de Aranha
- aguarelas de Turner
- ALI_SE
- Amazonic Haijin
- amoralva
- Angola, Debates & Ideias
- Ao Longe os Barcos de Flores
- ArteLetras
- Assimetria Do Perfeito
- Associação José Afonso
- Bar do Bardo
- canto.chão
- Casa Museu João de Deus
- Casulo Temporário
- Coisas do Chico
- Coisas para fazer com palavras
- Colóquio Letras
- Contra a Indiferença
- Daniel Faria
- dias felizes
- Diário Poético
- Do Inatingível e outros Cosmos
- emedemar
- Escrevinhamentos
- Estrela da Madrugada
- Eu,X.Z.
- Extensa Madrugada, Mãos Vazias
- Fundação Eugénio de Andrade
- Harmonia do Mundo
- InfinitoMutante
- Inscrições
- Inscrições
- Jornal de Poesia
- José Afonso
- josé saramago
- Linha de Cabotagem III
- Local & Blogal
- Luiz Carlos de Carvalho
- meia-noite todo dia
- Nas horas e horas meias
- nas margens da poesia
- naturezaviva
- No Centro do Arco
- O Arco E A Lira
- O mar atinge-nos
- O pó da Escrita
- Odisseus
- Ofício Diário
- Ombembwa Angola
- ParadoXos
- Poema Dia
- POEMARGENS
- Poesia de Vieira Calado
- Poesia Dos Dias úteis
- Poesia Sim
- Poeta Salutor
- Poetas del Mundo
- Revista Agulha
- Rolando Revagliatti
- Rosangela_Aliberti
- Sambaquis
- Stalingrado III
- Sulmoura
- TriploV
- tábua de marés
- Umbigo do Sonho
- Vá andando
- Xavier Zarco
Sem comentários:
Enviar um comentário